segunda-feira, 1 de março de 2010


A novela “Bela, a Feia” encontrou, finalmente, uma identidade brasileira. A autora Gisele Joras fugiu completamente do roteiro original e das adaptações mexicana e norte-americana.Agora, a trama é uma produção autêntica da Rede Record. Só há apenas uma “feia” em uma história com a marca da emissora. Bandidos contra a mocinha da trama. Na última semana, cenas de ação invadiram a novela. Dinho Aguiar (Thierry Figueira) e seu pai empurraram Bela em um carro barranco abaixo. Só que Vera (Silvia Pfeifer) salvou a mocinha. A história centrou no núcleo principal, o que aproxima mais o telespectador dos personagens que marcam, de fato, a trama.Gisele também amenizou o clima cômico da novela que não pegou nos primeiros capítulos. A transição para uma pitada mais dramática funcionou, principalmente, com a boa atuação de Bruno Ferrari. O ator, que vive o galã Rodrigo Ávila, segurou a peteca. O dramalhão da descoberta que é filho bastardo, mote corriqueiro dos folhetins, foi uma das armas da produção para alavancar a audiência. Nesses momentos, Bela surgiu como coadjuvante. O ator mostrou porque é um dos “queridinhos” da emissora, já que emenda uma novela na outra.Agora, Bela se transformará em uma linda mulher. Não para agradar aos outros, mas para proteger sua verdadeira identidade. A ideia é interessante. Segundo boatos, a mocinha continuará “feia” no último capítulo, o que seria também uma valiosa estratégia. O importante são os valores de Bela e não sua aparência física.

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